20 Maio 2009
O que eu adoro em ti
não é tua beleza
a beleza é em nós que existe
a beleza é um conceito
e a beleza é triste
Não é triste em si
mas pelo que há nela
de fragilidade e incerteza
O que eu adoro em ti
não é a tua inteligência
mas é o espírito sutil
tão ágil e tão luminoso
ave solta no céu matinal da montanha
nem é tua ciência
do coração dos homens e das coisas
O que eu adoro em ti
não é a tua graça musical
sucessiva e renovada a cada momento
graça aérea como teu próprio momento
graça que perturba e que satisfaz
O que eu adoro em ti
não é a mãe que já perdi
e nem meu pai
O que eu adoro em tua natureza
não é o profundo instinto matinal
em teu flanco aberto como uma ferida
nem a tua pureza. Nem a tua impureza
O que eu adoro em ti lastima-me e consola-me
O que eu adoro em ti é a VIDA!
não é tua beleza
a beleza é em nós que existe
a beleza é um conceito
e a beleza é triste
Não é triste em si
mas pelo que há nela
de fragilidade e incerteza
O que eu adoro em ti
não é a tua inteligência
mas é o espírito sutil
tão ágil e tão luminoso
ave solta no céu matinal da montanha
nem é tua ciência
do coração dos homens e das coisas
O que eu adoro em ti
não é a tua graça musical
sucessiva e renovada a cada momento
graça aérea como teu próprio momento
graça que perturba e que satisfaz
O que eu adoro em ti
não é a mãe que já perdi
e nem meu pai
O que eu adoro em tua natureza
não é o profundo instinto matinal
em teu flanco aberto como uma ferida
nem a tua pureza. Nem a tua impureza
O que eu adoro em ti lastima-me e consola-me
O que eu adoro em ti é a VIDA!
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