13 Maio 2009
Não sou eu quem descrevo. Eu sou a tela
e oculta mão coloca alguém em mim.
Pus a alma no nexo de perdê-la
e o meu princípio floresceu sem fim.
Que importa o tédio que dentro em mim gela,
eo leve outono, e as galas, e o marfim,
e a congruência da alma que se vela
como os sonhados pálios de cetim?
Disperso... e a hora como um leque fecha-se...
minha alma é um arco tendo ao fundo o mar...
o tédio? a mágoa? a vida? o sonho?deixa-se...
e, abrindo as asas sobre renovar,
a erma sombra do vôo começado
pestaneja no campo abandonado...
e oculta mão coloca alguém em mim.
Pus a alma no nexo de perdê-la
e o meu princípio floresceu sem fim.
Que importa o tédio que dentro em mim gela,
eo leve outono, e as galas, e o marfim,
e a congruência da alma que se vela
como os sonhados pálios de cetim?
Disperso... e a hora como um leque fecha-se...
minha alma é um arco tendo ao fundo o mar...
o tédio? a mágoa? a vida? o sonho?deixa-se...
e, abrindo as asas sobre renovar,
a erma sombra do vôo começado
pestaneja no campo abandonado...
Sindicação

